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Rodrigo Rollemberg (PSB), claro, tentará se reeleger governador do DF em 2018. Para não repetir o vexame de seu antecessor petista, Agnelo Queiroz, que perdeu no primeiro turno, o socialista mudará de vice. O atual, Renato Santana (PSD), se tornou um de seus principais adversários políticos. Cogita-se até uma aliança com o PSDB, ressuscitando Maria de Lourdes Abadia, da turma de Joaquim Roriz, ou apostando no deputado Izalci Lucas.
Tadeu Filippelli (PMDB) e Rogério Rosso (PSD), abatidos pela Operação Panatenaico -- embora em situações diferentes --, aguardarão o andamento dos processos para avaliar se lançam ou não candidatura.
Resultado de imagem para ALBERTO FRAGAAlberto Fraga (DEM), da bancada da bala na Câmara, também planeja chegar ao Palácio do Buriti.
Especula-se, ainda, uma eventual candidatura de Renato Rainha (sem partido), conselheiro do Tribunal de Contas do DF, mas ele não está disposto a largar o atual cargo.
Reguffe (sem partido), a princípio, continuará no Senado até 2022. Cristovam Buarque (PPS) buscará a reeleição, assim como Hélio José (PMDB), que é suplente de Rollemberg e, nas eleições de 2014, recebeu seis votos para deputado distrital. Sim, seis votos.
O Antagonista

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