O CASO AMARILDO DO DF: INVERSÃO DE VALORES!



Por Eduardo Diniz

O “Caso Amarildo do Distrito Federal”- FORJADO pela GLOBO – não PASSA de uma CÍNICA e HISTÉRICA CAMPANHA PROPAGANDISTA promotora da MAIS completa INVERSÃO DE VALORES que já se viu por estas BANDAS, a qual RESULTOU na INJUSTA PRISÃO de DOIS policiais militares por TODO este TEMPO, os quais foram ALIJADOS do convívio FAMILIAR, com FUNDAMENTO apenas e tão somente NAS FALSAS SUSPEITAS LEVANTADAS pela referida EMISSORA – e acatadas em sua TOTALIDADE pelo MP e pelo Poder Judiciário – que, em verdade, BUSCAVA importar de outro ESTADO fatos que CHOCARAM os ILUSTRES representantes da ESQUERDA CAVIAR.

O caso é um completo ABSURDO. Uma ABERRAÇÃO JURÍDICA digna de um MP e um JUDICIÁRIO ideologicamente vinculados, ressalvadas as devidas exceções, com os FINS colimados por esta CORJA VERMELHA que tanto mal FEZ e FAZ ao BRASIL.

Consta que o SUPOSTO AUXILIAR de serviços gerais – que há quem SUSTENTE que era um CONTUMAZ USUÁRIO DE DROGAS, que VIVIA NAS RUAS – estava aprontando nas proximidades da chácara de um policial, o qual chamou os seus colegas para INTERVIR na ocorrência. Até aí, tudo absolutamente NORMAL. Os POLICIAIS prestaram o ATENDIMENTO e CONDUZIRAM o SUSPEITO – que posteriormente se transformaria na SUPOSTA VÍTIMA do caso em questão – até a DELEGACIA.

Ora, quem AGE com ANIMUS NECANDI, ou seja, VONTADE LIVRE E CONSCIENTE de MATAR, não LEVARIA a VÍTIMA até a delegacia, concorda? MENOS ainda quem DESEJA TORTURÁ-LA, não é óbvio?

Mas a DINÂMICA DOS FATOS narrada pela GLOBO e aceita PELAS DEMAIS AUTORIDADES que participaram do caso foi a de que os POLICIAIS, após o registro dos FATOS na DELEGACIA, teriam CAPTURADO a vítima mais uma VEZ, momento em que lhe deram uma SURRA que RESULTOU em sua MORTE.

Existem INÚMERAS outras inconsistências no CASO. Não há INDÍCIOS MÍNIMOS de AUTORIA dos policiais. A ossada foi encontrada mais de um mês após a MORTE e não ficou COMPROVADA qualquer COINCIDÊNCIA entre a provável HORA DA MORTE e a LIBERAÇÃO da vítima realizada pelos policiais na delegacia, ou seja, a morte poderia ter sido CAUSADA por qualquer outra pessoa.

Enfim, não havia qualquer NEXO de CAUSALIDADE entre o resultado morte da VÍTIMA e a ação ATRIBUÍDA aos POLICIAIS.

No final das CONTAS, os maiores PREJUDICADOS FORAM os POLICIAIS, que ficaram privados do CONVÍVIO FAMILIAR por mero CAPRICHO de quem TEM o HÁBITO de confundir o DIREITO à LIBERDADE de IMPRENSA com a PRÁTICA inaceitável de DIFUSÃO de CALÚNIAS e FOFOCAS.

Tudo isso sob o MANTO gelado do MP e os OLHOS sempre VENDADOS da JUSTIÇA, que, como de COSTUME neste país MISERÁVEL, os deixou à MÍNGUA da LEI e jogados à própria SORTE, Mas, que graças a Deus e a competência dos ADVOGADOS Dr. Ataualpa e Marcelo os mesmos conseguiram a absolvição por falta de provas...

Menos mau né!!!!! Mesmo a revelia dos abutres!!!!






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